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Metaverso, muito prazer! Saiba como sua empresa pode investir

Metaverso é um mundo virtual que tenta replicar a realidade por meio de dispositivos digitais e no qual trabalhar, estudar, comprar e se divertir são ações interligadas. E as empresas já estão lá!

Metaverso, que bicho é esse? Quando Mark Zuckerberg anunciou a mudança de nome do Facebook para Meta foi uma comoção. Considerado o "próximo capítulo da Internet", o mundo virtual onde as pessoas poderão interagir e realizar qualquer atividade — trabalhar, jogar, fazer compras, se divertir — o Metaverso é a mais recente aposta das gigantes da tecnologia e promete dar novos rumos à comunicação humana.

 

Esse ambiente virtual imersivo é como uma realidade paralela, que as pessoas podem acessar por meio de aparelhos tecnológicos (óculos de realidade virtual, fones de ouvido e sensores) e, por meio de avatares, fazer interações umas com as outras. O termo se popularizou após o Facebook mudar seu nome para Meta, com o objetivo de focar seus negócios neste universo.

 

 E o que dá pra fazer no Metaverso?

 

Suponha que você tenha um avatar no Metaverso da Meta. Esse avatar assiste a uma sessão de cinema e, ao sair, compra um livro em uma banca — tudo virtualmente, é claro. O bilhete e o livro são pagos com criptomoedas, assim como as demais coisas. Os avatares, os livros, os ingressos — tudo será mantido ao passar do Facebook para o Microsoft Teams, e então para o WhatsApp, e assim por diante. Isso só será possível, porém, se todas as plataformas forem compatíveis entre si.

 

Grandes empresas, como Banco do Brasil e Brahma, já estão dentro do Metaverso não só para fortalecer seus ativos e reforçar as marcas como early adopters, mas também para fazer uma conexão com o público geek, gamer e a cultura pop. Os negócios também querem identificar caminhos para estabelecer interações, ampliar sua influência e, claro, gerar lucro: o HSBC, por exemplo, comprou um terreno virtual dentro do jogo on-line The Sandbox por uma quantia não revelada, sendo a primeira grande incursão do banco no Metaverso. O HSBC disse que espera poder “criar experiências de marca inovadoras para clientes novos e existentes” no mundo virtual. Vale lembrar que terrenos virtuais ou qualquer outra modalidade de negociação nesse universo estão disponíveis para a compra tanto de pessoas jurídicas quanto físicas.

 

Metaverso e realidade virtual: tudo a mesma coisa?

 

Não. Realidade virtual (RV) é o uso de um sistema computacional para criar ambientes virtuais capazes de enganar os sentidos humanos — visão, audição, tato —, de maneira a possibilitar uma imersão completa nesse mundo simulado. A tecnologia é parte central no Metaverso, mas a RV não é tudo: a construção desse universo é ampla e integrada, reunindo muitas outras tecnologias, como criptomoedas e NFTs - um tipo de token baseado em blockchain e usado para provar a propriedade de itens digitais. A sigla vem do inglês "Non-fungible Token" ("Token não-fungível", em tradução livre). O jogador Neymar já andou investindo em NTFs, mais especificamente na área de arte virtual.  

 

Sua empresa precisa mesmo estar no Metaverso?

 

Tudo é muito novo e ainda está sendo analisado. Mas pense como era há alguns anos: a gente não precisava de smartphone, nem vídeo call, nem EAD ou bankline... à medida que a tecnologia vai aumentando, nós vamos criando necessidades. Então a dica é ficar de olho nesses novos universos para aproveitar as oportunidades em todas as plataformas

 

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