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Todo mundo gosta de boas histórias! Este é o poder do Conteúdo Transmídia

Você se lembra quando a Volkswagen decidiu parar de fabricar a Kombi? Além das boas memórias, a empresa utilizou uma narrativa transmídia para destacar o momento histórico da marca e que pode ser considerada exemplo na área. E o que é o Conteúdo Transmídia? É o poder de contar e interligar boas histórias em diferentes plataformas.

Você se lembra quando a Volkswagen decidiu parar de fabricar a Kombi? Além das boas memórias, a empresa utilizou uma narrativa transmídia para destacar o momento histórico da marca e que pode ser considerada exemplo na área. E o que é o Conteúdo Transmídia? É o poder de contar e interligar boas histórias em diferentes plataformas.

Vamos relembrar? Primeiro, a Volkswagen lançou press releases para toda a imprensa, anunciando que o modelo queridinho do Brasil iria sair de linha. O fato teve ampla cobertura. 

Depois, a empresa publicou nos jornais um anúncio que trazia o “testamento da Kombi”, com seus últimos desejos — um texto emocionante (muita gente até chorou, inclusive a gente aqui na Legatto) – evocando memórias afetivas dos consumidores. 

A despedida também teve repercussão ampla nas redes sociais, com a participação em massa de usuários, e as ações da Volkswagen culminaram em um vídeo de despedida da Kombi (supercompartilhado), narrado em primeira pessoa, contando as memórias do veículo e distribuindo suas “heranças”. O vídeo incluía imagens das ações anteriores, interligando e amarrando todo o conceito da campanha. Foi uma comoção. 

Assim, narrativas transmídia são todas as histórias contadas por meio de múltiplas mídias. O ideal é ter pelo menos três mídias diferentes, que dão ao projeto mais variedade e criatividade. O conteúdo é exclusivo e a história deve ser nova, original e específica para cada plataforma: é fundamental não confundir isso com uma adaptação. Não basta contar a mesma coisa em vários canais diferentes: é preciso conteúdo transmídia específico para cada canal. 

Por que Transmídia? 

Antes da internet, os conteúdos eram feitos para um formato específico:  novelas eram pensadas, escritas e gravadas para a televisão; livros eram em papel; jornal era impresso e assim por diante. 

Mas a tecnologia multiplicou as possibilidades e fez com que as mesmas histórias pudessem ser consumidas em diferentes formatos: hoje dá para assistir a uma série na TV, mas também no notebook ou no celular, e as redes sociais ainda comentam cada reviravolta das tramas.

E a leitura, então? Hoje os livros podem ser lidos em papel ou como e-books, proporcionando uma nova experiência. 

Não demorou muito para que as empresas começassem a entender que poderiam explorar essa potencialidade das novas mídias para o Branding –gestão da marca de uma empresa, como seu nome, as imagens ou ideias a ela associadas, como slogans, símbolos, logotipos e outros elementos que a representam – e nesse momento que surgiram as narrativas que transitavam entre diferentes plataformas.

O que cria o interesse no público é sentir que é oferecido um trecho ou uma perspectiva diferente da história em cada um dos pontos de contato que ele tem com a empresa — que podem ser o site, e-mail ou redes sociais, entre outros. 

Minha empresa pode ter uma estratégia transmídia?

É possível utilizar Conteúdo Transmídia para divulgar marcas de qualquer segmento. A primeira providência é assegurar a presença da empresa em vários canais, mas não de qualquer jeito, ok? A presença em mídias diferentes deve ser estratégica e pautada pelas necessidades da persona (quer saber o que é persona? A Legatto tem um post no blog sobre isso: está em http://www.legatto.com.br/legablog/quem-e-que-nao-gosta-de-uma-dica-interessante-isso-e-inbound-marketing)

A partir daí é preciso saber qual história será contada: é o lançamento de um novo produto ou serviço? Uma nova unidade da empresa? Ou é o momento de reforçar a imagem da marca? Essas e outras mensagens podem ser contadas de forma interativa em vários canais.

No processo de construção da narrativa, é fundamental pensar as mídias como canais complementares para alcançar um mesmo objetivo. A ideia é que a pessoa vá descobrindo aos poucos a história e perceba que terá uma experiência mais rica se for buscar pelos demais conteúdos em outras mídias da empresa. 

A qualidade das peças, claro, precisa ter atenção especial: redação primorosa e linguagem adequada para o meio e para a persona são indispensáveis. Isso vai garantir que o seu público fique totalmente envolvido com a história que você está transmitindo. Afinal, é isso que sua marca quer!

Vamos contar sua história juntos? Converse com a Legatto e descubra como seu público pode ter uma experiência memorável!

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